Fernando Aidar
São Paulo, Brasil · 1983


O artista Fernando Aidar explora o limiar entre natureza e artificialidade, ciência e ancestralidade, presença e estranhamento. Inspirada em seres marinhos, raízes e estruturas microbiológicas, esta obra assume a forma de um signo enigmático, quase alienígena, que interrompe a paisagem cotidiana e devolve o olhar ao espectador. Por meio da cerâmica de alta temperatura e do uso de esmaltes minerais não tóxicos, Aidar investiga a matéria como organismo vivo, ativando zonas de transição entre o humano, o mineral e o biológico.
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