Iêda Jardim
Goiânia, Brasil · 1969
A produção de Iêda Jardim investiga herança, autoconhecimento e continuidade temporal por meio de tecidos suspensos, bordados e fotografias familiares. Sua prática ativa memórias ancestrais e processos de transmissão simbólica, construindo um campo de ressonâncias entre experiência individual e dimensões coletivas de cura e transformação. Ao articular passado e presente, a artista enfatiza a memória como força viva e processual, capaz de materializar trajetórias de formação identitária. Para a Bienal, desenvolve uma instalação inédita.

Memórias de bolso2025/2026 · Objeto em tecido, cerâmica, impressão, bordado, cabide de madeira e pérolas · 47 × 126 cm