Fernando Aidar
São Paulo, Brasil · 1983
O artista Fernando Aidar explora o limiar entre natureza e artificialidade, ciência e ancestralidade, presença e estranhamento. Inspirada em seres marinhos, raízes e estruturas microbiológicas, esta obra assume a forma de um signo enigmático, quase alienígena, que interrompe a paisagem cotidiana e devolve o olhar ao espectador. Por meio da cerâmica de alta temperatura e do uso de esmaltes minerais não tóxicos, Aidar investiga a matéria como organismo vivo, ativando zonas de transição entre o humano, o mineral e o biológico.

Face interna 12020 · Porcelana, madeira, rejunte, azulejos de cerâmica, tinta a óleo, resina · aprox. 23 × 28 × 23 cm

Face interna 22020 · Porcelana, madeira, rejunte, azulejos de cerâmica, tinta a óleo, resina · aprox. 23 × 28 × 23 cm

criatura N.212020 · Escultura de cerâmica modelada no torno e queimada a 1300°C a gás em redução, com esmaltes de titânio e cobre · aprox. 34 × 23 × 23 cm